Poetas que recitam poesia #9

Seu Jorge recita Negro Drama:

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Soundtrack for a Revolution

Vi hoje, trata-se de um documentário, em que conta a história da luta dos negros dos EUA contra todo o tipo de segregação (lembram-se da foto de bebedouros separados? Link no final), mostrando também o quanto a música os motivou e com muitas músicas da época cantada por artistas contemporâneos, magnífico, magnífico.

“Pode-se matar um sonhador, mas nunca, pode-se matar o sonho”

Bebedouros separados pela cor: https://acrania.wordpress.com/2012/02/27/bebedourosseparados/

O bom e velho samba.

A cara que as pessoas fazem quando eu falo que gosto de samba é engraçada, elas olham para o meu cabelo avantajado, como se fosse de outro mundo eu ter cabelo grande e se de um mundo ainda mais estranho um cara de cabelo cumprido gostar de samba, de qualquer forma, vamos ao que mais interessa, Paulinho da Viola:

Maicon Rocha Faria

Um vídeo que meu amigo fez, cortando parte de outros vídeos, alguns dele mesmo, a música é dele mesmo, em breve teremos uma segunda versão da música com flauta doce e outros instrumentos, eu farei a flauta, espero que um dia vocês ouçam o nome “Heroína”, uma banda nossa, sem mais delongas, vídeo:

Fonte: http://maiconfaria.tumblr.com
Link: http://maiconfaria.tumblr.com/post/18377235982/retalhos-retalhos-retalho-cobertor

Sinfonias

Sinfonias tocaram
As orquestram exalaram cheiros doces
As sonatas fizeram eu pedir bis
E ao aprendê-las em complicadas linhas partituradas
De desenhos circulares que me mostram notas e tempos
Sustenidos, ascendentes

Que beleza tal orquestra que estou regendo
Regendo e descrevendo
Complicada, dócil, brava, triste, feliz
E de inúmeros sentimentos que estrofes inteiras não descreveriam
Que beleza a orquestra matinal, tardia e noturna
E as vozes são de completos lirismos e graves tão lindos

Os agudos femininos em contraste com agudos masculinos
E os graves masculinos em contraste com os graves femininos
E graves e agudos entram em contrastes infinitos de corais de vozes
Os metais dançam enquanto tiram sons
As cordas estendem sons e as populares fazem baleros em nome disso tudo
E a beleza resplandece em hinos de louvores à tal beleza

O nome da orquestra já devem saber os árduos ouvintes
Talvez os instrumnentistas mais praticantes perceberam ao primeiro verso
E os menos praticantes na segunda estrofe
Talvez nem se deram conta
Ah! como resplandece meu rosto ao saber que faço parte disso
E por menores que sejam os gestos que comandam os instrumentos
Ou que sejam grandiosos gestos
Tudo é uma música sem fim

E como tal, seria impossivel descrever
Que os ouvintes mais árduos, os instrumentistas mais praticantes e os menos praticante
E até os que nem são ouvintes nem praticantes
Saibam o nome da orquestra sem fim
Eis então que revelo com vigor
O imensurável de beleza nome
De tal orquestra

Cantem os pássaros
Toquem os violinos
Os violões
Toquem as flautas doces e transversais
E todos os metais presentes se curvem com música diante do nome da orquestra

Eis então o nome depois de infinita analogia
Mas que os praticantes me entendam e perdoem
Um lirista nato sempre enrola.
O nome então:
Amor!
Amor e amada!
Amor, amada e amante!

Toquem a orquestra sem fim