Renascimento da Fenix

Contemplem o texto de meu grande amigo Felipe Costenaro

Quando a Fênix está para morrer,
Ela é consumida pelo fogo.
Renasce, então, das cinzas –
Para viver uma nova jornada.

Há tempos que estou queimando;
Há tempos que estou morrendo.
Mas eu não posso renascer
Enquanto meu fogo não se tornar cinzas.

Mais uma vez estou abrindo as minhas asas,
Alçando vôo para o encontro com o destino.
É a chance de, das cinzas, eu renascer!
É o risco de meu fogo crescer…

Decidi não pensar… somente voar!
Que o destino faça o seu querer!
Que eu continue a queimar!
Até renascer!

Para quem quiser conhecer o autor:
http://www.facebook.com/felipe.costenaro.5

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Explicando o cabeçalho!

Não, não é pela moda da novela, usei um trecho da música “Jorge da Capadócia” no cabeçalho, não, não a mesma que toca na novela, que fique bem claro!
A música é bem antiga, e fala de luta! Que é o que muito fala de mim agora, do meu novo crer, creio que a vida é uma luta e que devemos seguir em frente, sempre com a cabeça erguida, sempre em busca do melhor, sempre em busca do pensar, é nisso que acredito agora (e quem diria que aquele cara pessimista se transformaria nisso), pois é, e por isso usei o símbolo de São Jorge, quem me conhece, sabe o quão católico sou, mas o símbolo de Jorge no cabeçalho não é religioso. O trecho que usei como já devem ter lido foi “Para que meus inimigos tenham mãos/ e não me toquem”.
Segue abaixo a letra da música, e uma versão que gosto muito, que é usada como introdução de um álbum que muito admiro, do famoso grupo de RAP Racionais MC’s, a música Jorge da Capadócia cantada para abrir o álbum é o que prova o quão essa música fala de luta e o quão ela significa, indico o álbum para quem ainda não ouviu, que muito também fala de sobrevivência e de luta, o álbum chama-se “Sobrevivendo no Inferno”, ouçam a música e entendam o cabeçalho! Segue a letra e a música:

Jorge sentou praça
na cavalaria
E eu estou feliz porque eu também
sou da sua companhia.

Eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.
Para que meus inimigos tenham pés
e não me alcancem.
Para que meus inimigos tenham mãos
e não me toquem.
Para que meus inimigos tenham olhos
e não me vejam.
E nem mesmo em pensamento eles possam ter
para me fazerem mal.

Armas de fogo
meu corpo não alcançarão
Facas e espadas se quebrem
sem o meu corpo tocar.
Cordas e correntes arrebentem
sem o meu corpo amarrar.

Pois eu estou vestido com as roupas
e as armas de Jorge.

Jorge é de Capadócia
Salve jorge!
Salve jorge!

Creio!

Eu acredito em um mundo melhor, bobeira talvez, tolice, mas acredito, e meu sonho é trabalhar com a educação, o mais incrível de tudo isso é a reação das pessoas ao meu expor, e não, não é de admiração, tudo que ouço é um: “mas ganha tão pouco”.
Sim ganha tão pouco, afinal, pouco vale formar médicos, engenheiros, artistas e até mesmo, outros professores. Qual o valor de tudo isso? Uma pitada de ironia e um texto sem classificação literária?
Eu respondo o valor de tudo isso e você tem minha autorização para chamar de tolice, mas o valor é fazer a diferença, é encontrar um aluno no futuro e ouvir um “obrigado” e mesmo que ele não se lembre, vale o meu reconhecimento sobre a minha pessoa, vale o “eu saber”, vale a gratificação que eu terei sobre mim mesmo!
Eu não sei se isso é um poema, uma crônica não é, muito menos uma dissertação, mas é uma prosa, quase que um diário em algumas linhas, é um confessionário de ideias sobre o porque de eu ter escolhido o caminho da educação.
Eu fui e sou um artista, mágico poeta, poeta escritor e até ator, mas o que serei e está decidido, nada mais é do que um professor.