Amo-te

De prolongadas e longas delongas
Surge cada vez que me arrisco em papel
Um poema
Sempre ti
Sempre ela (a causa)

De amores e devaneios delirei
E ainda deliro
Amei-te
Como jamais amei outro alguém

Excitou-me
Como jamais outro alguém me excitou
Matou-me, de amores e delírios
Como jamais, alguém me matou

Retoricamente
Amaste-me
Como jamais
Alguém me amou

Recipricou
Correspondeu
E nem tenho mais palavras para inventar

Só espero que isso nunca
Tenha um triste fim
Se pra sempre? Não sei
Mas ao menos durante a vida, que dure eternamente.

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